POR QUE EVANGELIZAR AS CRIANÇAS?

A tarefa da educação é de relevância, enquanto que a da evangelização é de urgência salvadora. 

Quem instrui, oferece meios para que a mente alargue a compreensão das coisas e entenda a vida.

Quem educa, cria os valores ético-culturais para uma vivência nobre e ditosa.

Quem evangeliza, liberta para a Vida Feliz.

Evangelizar é trazer Cristo de volta ao solo infantil como bênção de alta magnitude, cujo resultado ainda não se pode, realmente, aquilatar.

A criança evangelizada torna-se jovem digno, transformando-se em cidadão do amor, com expressiva bagagem de luz para toda a vida, mesmo que transitando em trevas exteriores.

infância é o período em que melhor se aprende, enquanto na adolescência se apreende.

A importância da evangelização da criança é da máxima relevância, por ser a infância de hoje o elemento social do futuro que constituirá a nova Humanidade, desde já programada para o início do Terceiro Milênio. O homem será o que da sua infância se faça.

A criança incompreendida resulta no jovem revoltado e este assume a posição de homem traumatizado, violento.

A criança desdenhada ressurge no adolescente inseguro que modela a personalidade do adulto infeliz.

A criança é sementeira que aguarda, o jovem é campo fecundado, o adulto é seara em produção. Conforme a qualidade da semente, teremos a colheita.

Mesmo que a criança não consiga entender que está sendo evangelizada, o reflexo dessa orientação poderá se fazer sentir na juventude e se concretizar na maturidade.

Se faz necessário lembrar que mais importante que o título religioso é a religiosidade.

Destaque-se aqui a importância da Evangelização Espírita Infanto-Juvenil na formação da sociedade do Terceiro Milênio, pois os jovens da atualidade estarão chamados a exercer tarefas e atender a compromissos cujos resultados dependerão da formação que lhes seja dada, desde agora.

Sendo a Doutrina Espírita a Mensagem restauradora do pensamento de Jesus Cristo em forma compatível com as conquistas do conhecimento moderno, acreditamos que a preparação das mentes infanto-juvenis à luz da evangelização espírita seja uma programação adequada para uma sociedade feliz e mais cristã.

Informa-nos Joanna de Ângelis que os pais, também na condição de orientadores, devem ter a preocupação de oferecer aos seus filhos, além dos meios para a manutenção da vida; de encaminhá-los na profissão que escolham, também, a preocupação maior de atendê-los com a melhor diretriz para uma vida digna e um porvir espiritual seguro, ou seja,  encaminhá-los às Escolas de Evangelização dos Centros Espíritas, ou, do contrário, não estarão cumprindo com as suas obrigações.

Já o evangelizador deve dar continuidade ao trabalho dos pais. Sua ação deve ser pautada nos princípios da fraternidade, do afeto e da fidelidade doutrinária, de modo a possibilitar às crianças e aos jovens momentos de aprendizado e de convívio direcionados ao conhecimento e à vivência dos ensinamentos de Jesus.

Sensibilidade, coerência, empatia, responsabilidade, conhecimento, alegria e zelo são algumas das características do evangelizador, que deve valer-se da adequada e contínua preparação pedagógica e doutrinária.

Importante que, tanto pais quanto evangelizadores não se esqueçam:

  • de verificar as necessidades da criança de acordo com sua faixa etária,
  • que uma criança precisa de amor; de se sentir segura e aceita;
  • que uma criança precisa de disciplina, de independência e do reconhecimento do seu valor.

O Plano Espiritual Superior, através da inspiração constante e da assistência espiritual aos que trabalham nessa relevante tarefa, trazendo as idéias que se convertem em programas, as técnicas que se transformam em experiências logo que aplicadas, melhor atendendo às necessidades do Movimento de Evangelização Espírita Infanto-Juvenil.

Evangelização espírita é Sol nas almas, clareando o mundo inteiro sob as constelações das estrelas dos Céus, que são os Bem-aventurados do Senhor, empenhados em Seu nome, pela transformação urgente da Terra, em “mundo de regeneração” e paz.

Escrito por Maria Izilda Netto

 

 

 

 

 

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