CUIDADO COM A MEMÓRIA DA SUA CASA

O padrão vibratório de uma casa tem relação direta com a energia e o estado de espírito de seus moradores. 

O conjunto de pensamentos, sentimentos, estado de espírito, condições físicas, anseios e intenções dos moradores fica impregnado no ambiente, criando o que se chama de egrégora.

O que poucos sabem é que as paredes, objetos e a atmosfera da casa têm memória e registram as energias de todos os acontecimentos e do estado de espírito de seus moradores.

Por isso, quando pensar na saúde energética de sua casa, tome a iniciativa básica e vital de impregnar sua atmosfera apenas com bons pensamentos e muita fé.

Evite brigas e discussões desnecessárias. Observe seu tom de voz: nada de gritos e formas agressivas de expressão.

Não bata portas e tente assumir gestos harmoniosos, cuidando de seus objetos e entes queridos com carinho.

Não pense mal dos outros. Pragas, nem pensar!

Selecione muito bem as pessoas que vão frequentar sua casa.

Se você nutre uma mágoa profunda ou mesmo um ódio forte por alguém, procure ajuda para limpar essas energias densas de seu coração.

Alegria, amor, paz, prosperidade, saúde, amizades, beleza já estão bons para começar, não é mesmo?

Chico Xavier

 

FREI FABIANO DE CRISTO

Frei Fabiano de Cristo (1676-1747)

Ao norte de Portugal, numa aldeia chamada Soengas, nasceu a 8 de fevereiro de 1676, Frei Fabiano de Cristo, que no século se chamava João Barbosa. Read More

CULTO DO EVANGELHO NO LAR

PASSO A PASSO PARA SE REALIZAR UM “CULTO DO EVANGELHO NO LAR”.

Finalidade: Trata-se de um encontro semanal, sendo previamente marcado o dia e a hora, (devendo ser repetido sempre no mesmo dia e hora da semana) Read More

OS SANTOS CATÓLICOS NA VISÃO ESPÍRITA

Todos nós brasileiros de certa forma já ouvimos falar nos santos. Nosso calendário segue o cristianismo. Temos nele feriados, datas e festividades aos santos. E quem foram eles? Read More

“AH, SE EU SOUBESSE…”

A maioria dos espíritos ao chegarem no Plano Espiritual, reflete:

“Ah se eu soubesse…”

Se eu soubesse que a vida real não era na matéria… se eu soubesse que a realidade não é de sofrimento, mas de paz e liberdade… Read More

ÁGUA FLUIDIFICADA

A água fluída.

“E qualquer que tiver dado só que seja um copo de água fria por ser meu discípulo, em verdade vos digo que, de modo algum, perderá o seu galardão”. Jesus (Mateus, 10:42)

Meu amigo, quando Jesus se referiu à benção do copo de água fria, em seu nome, não apenas se reportava à compaixão rotineira que sacia a sede comum. Detinha-se o Mestre no exame de valores espirituais mais profundos. A água é dos corpos o mais simples e receptivo da terra. É como que a base pura, em que a medicação do Céu pode ser impressa, através de recursos substanciais de assistência ao corpo e à alma, embora em processo invisível aos olhos mortais. A prece intercessória e o pensamento de bondade representam irradiações de nossas melhores energias. A criatura que ora ou medita exterioriza poderes, emanações e fluidos que, por enquanto, escapam à análise da inteligência vulgar e a linfa potável recebe a influência, de modo claro, condensando linhas de força magnética e princípios elétricos, que aliviam e sustentam, ajudam e curam.
A fonte que procede do coração da Terra e a rogativa que flui no imo d’alma, quando se unem na difusão do bem, operam milagres. O Espírito que se eleva na direção do céu é antena viva, captando potências da natureza superior, podendo distribuí-las em benefício de todos os que lhe seguem a marcha.
Ninguém existe órfão de semelhante amparo. Para auxiliar a outrem e a si mesmo, bastam a boa vontade e a confiança positiva. Reconheçamos, pois, que o Mestre, quando se referiu à água simples, doada em nome da sua memória, reportava-se ao valor real da providência, em benefício da carne e do espírito, sempre que estacionem através de zonas enfermiças. Se desejas, portanto, o concurso dos Amigos Espirituais, na solução de teus problemas orgânicos ou dos problemas de saúde e equilíbrio dos companheiros, coloca o teu recipiente de água cristalina, à frente de tuas orações, espera e confia. O orvalho do Plano Divino magnetizará o liquido, com raios de amor, em forma de bênção, e estarás, então, consagrando o sublime ensinamento do copo de água pura, abençoado nos Céus.

Emmanuel.

 

QUANDO UMA ETAPA TERMINA

Nova Etapa na Vida

Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o

que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?

Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.

Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que

levaram certas coisas que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente

transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante. E todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.

É importante virar a página

O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que realmente possam ir embora…

Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa,

dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar livros que tem.

Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração… e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.

Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.

Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram

seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar a televisão emocional e assistir sempre ao

mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isto o estará apenas

envenenando e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de

emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”.

Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que

passou jamais voltará! Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa – nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.

Pode parecer óbvio, pode ser difícil, mas é muito importante.

Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque

simplesmente aquilo não se encaixa mais na sua vida.

Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se

transforme em quem é!

Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de

conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és…

E lembra-te:

“Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão”!

Fernando Pessoa

 

 

Aos Obreiros das “Quentinhas”

Aos Obreiros das Quentinhas

Abençoadas mãos as que se estendem, se oferecem, se doam ao trabalho de mitigar a fome daqueles que; sem teto, pela via pública se alastram, como as ressequidas plantinhas que teimam em sobreviver por entre as fendas das calçadas de cimento.

 

Assim como as temerárias plantinhas, os deserdados do mundo se derramam pelos calçamentos da cidade, lutando pelo direito à existência, apesar de lhes serem todas as conjunturas adversas. Como companheira mais fiel, contam eles com a fome, pois essa se faz eterna sócia dos corpos que a penúria adotou.

 

No afã de minimizar tanta agrura, tanto sofrimento, embora sabendo quão insuficiente é o esforço que empreendem, surgem os obreiros da caridade terrena distribuindo as “quentinhas” que matarão a fome de alguns e, junto com elas, deixam aos desditosos irmãos um pouco de esperança na observação de que, afinal, alguém se importa alguém lhes nota a penúria e se apieda.

 

Iluminadas são as mãos que providenciam o alimento à indigência: mãos que o preparam, mãos que o acondicionam nas benditas “quentinhas”, mãos que cuidam da higiene dos utensílios a serem usados no seu preparo e todas as mãos que neste mister se envolvem!

 

Juntamente com o alimento para o corpo físico, algo mais é colocado. Objetivando doar um pouco de si mesmos, muitos dos obreiros amorosos das “quentinhas”, em todos os estágios do processo, desde a compra dos mantimentos até a entrega, irradiam amor, rogando aos Planos Superiores que sejam elas acrescidas dos remédios necessários para o refazimento do corpo e da alma dos que irão recebê-las, visto tão combalido estarem pela miséria.

 

Este é um trabalho humilde e quase anônimo, de cozinheiras e entregadores, lavadoras de panelas e limpadoras de chão, porém cada fome aplacada, cada alma reconfortada, onde o germe da gratidão é semeado, confere a estes trabalhadores um ponto de luz nas cruzes que os seus carmas lhes impõe.

 

Talvez seja este um trabalho pouco notado na Terra.

 

No entanto, por ele muito há de ser anotado no céu, na ficha de cada obreiro, visto também serem intermediários do Cristo na Terra, pois que por ele foram incumbidos de mitigar a mais primária de todas as necessidades: a FOME.

 

Alguns haverão de receber o alimento com indiferença, da qual nem sempre serão culpados, pois que a necessidade constante, o constante sofrimento tem poder para tornar a alma apática, indiferente, o que poderá parecer ingratidão.

 

Mas, em muitos olhares cansados, o entregador de “quentinhas” há de perceber um brilho rápido ou uma lágrima mal dissimulada. Certo esteja o obreiro que, neste momento, o espírito do indigente, reconhecido, lhe confere aquilo que de mais precioso poderia receber: o tesouro da gratidão.

 

Do espaço infinito, neste momento, os amigos espirituais dos trabalhadores das “quentinhas”, que os acompanham sempre na santificada tarefa, hão de sorrir jubilosos entoando hosanas ao Pai que permite aos filhos pecadores tão bela oportunidade de redimir erros do passado, iluminando as estradas do futuro.

 

 

Seminários de Divaldo Franco pelo MAP

Uma parceria de 13 anos de Seminários de Divaldo Franco pelo MAP:

1 – Triunfo Pessoal

2 – Lições para a Felicidade

3 – Em busca da Paz

4 – Deficiência Física, Deficiência Mental – Uma questão de Reencarnação

5 – Álcool, Drogas, Vícios… Como o Espiritismo pode ajudar a Evitar ou a Conviver

6 – Encontro com a Paz e a Saúde

7 – Aborto, Suicídio, Eutanásia… Como o Espiritismo pode ajudar na Preservação da Vida

8 – Mediunidade, Paranormalidade na Transição Planetária

9 – Oração, Meditação, Perdão e Auto Perdão

10 – O Alvorecer de uma Nova Era

11 – Psicologia da Gratidão

12 – Conquista da Imortalidade

13 – Seja Feliz Hoje – Segredos da Longevidade

DESENCARNE COLETIVO

Constantemente a humanidade é surpreendida por tragédias coletivas. Desde os fenômenos sísmicos às guerras, aos acidentes de várias ordens, demonstrando a fragilidade do ser humano ante as forças da natureza e as suas próprias paixões, que, amiúde, somos convidados a reflexionar em torno da transitoriedade carnal e sobre a continuidade da vida em outra dimensão.

Os conceitos filosóficos do materialismo diante do infortúnio não conseguem acalmar as ansiedades e as dores dos sentimentos vitimados pelas ocorrências infelizes do cotidiano, provocando, não raro, revolta e desespero.
Algumas correntes religiosas despreparadas para o enfrentamento dos desafios afligentes que ferem a humanidade simplificam a maneira de os encarar, transferindo para a “vontade de Deus” todas as ocorrências nefastas, sem que, igualmente, com algumas exceções, logrem o conforto moral e a esperança nas suas vítimas.

Ao Espiritismo cabe a tarefa urgente de demonstrar que a criatura humana é autora do próprio destino através dos atos que realiza.

A Divindade estabelece leis morais que atuam nas existências, com a mesma severidade que aqueloutras que regem o Universo e são inalteradas.

Embora Deus seja amor, o dever e o equilíbrio são expressões desse incomparável amor pelas criaturas.

O sofrimento não é um ato punitivo da Divindade, mas uma resposta da Vida ao comportamento malsão de quem se permite desrespeito aos supremos códigos.

Por intermédio da reencarnação o Espiritismo explica a lógica de acontecimentos tão funestos.

Provavelmente essas vítimas resgataram antigo débito moral no seu processo evolutivo e foram reunidas para o ressarcimento coletivo, conforme a responsabilidade do conjunto em algum desmando anterior, de existência pregressa.
Hoje, no mundo espiritual, na condição de vítimas das circunstâncias de que não são responsáveis, encontram-se amparados por Espíritos nobres, que os auxiliarão a encontrar a plenitude. Aos seus familiares e amigos, apresentamos a nossa solidariedade.

Divaldo Franco